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O divertido hábito de ler
em: Básica
11/04/2014 09:10
Indispensável, a leitura au­­xilia o desenvolvimento e for­talece a personalidade in­fan­til. Se­gundo psicólogos, é atra­vés dos livros que a criança au­men­ta seu vocabulário, me­lho­ra sua me­mó­ria visual, além de vivenciar outras situações e projetar seus conflitos.

Ao en­trar no mundo má­gico das his­tó­rias, a criança co­­meça a per­ceber que não é a única a ter determinados sen­ti­mentos, co­mo por exemplo, o medo e a raiva. Com isso, passa a con­viver melhor com eles e pode, até, supe­rá-los.

+ Contar histórias aos filhos é um ato decisivo para a construção da identidade social e cultural
+ Temoss passado cada vez menos tempo com a família. O que perdemos com isso?
 
Mas, para descobrir a ma­gia da literatura, a criança pre­cisa ser incentivada desde seus pri­mei­ros anos. E, para isso, o melhor estímulo é o exemplo, pois a criança tende a imitar o com­por­tamento dos adultos. Ao ver seus pais len­do nas ho­ras de folga, a criança asso­cia­rá a leitura ao la­zer e passará a encarar este há­bito como mais uma brinca­dei­ra.
Outro estímulo importante é contar ou ler histórias para seu filho. Por menos criativos que os pais possam ser, sem­pre há o que contar: contos-de-fadas que ouviam quando pequenos, lem­branças de fa­mí­lia, histórias in­ventadas, adap­tadas ou, tam­bém, lidas.
Tenha muita paciência com o fato de seu filho lhe pedir pa­ra contar ou ler várias vezes a mes­ma história: essa repe­ti­ção lhe é fun­da­men­tal, pois a criança as­simila a história de forma frag­mentada, ou seja, um pedaço a cada vez que é contada.
Crianças recém-alfa­beti­za­das adoram ouvir histórias li­das pe­los pais. Ao ler, apro­vei­te para ex­plo­rar as ilustrações e in­cen­tive seu filho a fazer previsões so­bre o que pode vir a acon­te­cer. Após ter­minado o livro, faça co­men­tários e dei­xe seu filho ex­pressar sua opi­nião sobre o mes­mo.
O contato físico com livros tam­bém é um incentivo im­pres­­cindível. Nesse sentido, os livros de pano são ótimos para os be­bês, que poderão ma­nu­seá-los sem estragá-los, e os de papelão grosso, com pouco tex­to e mui­tas ilustrações, irão alimentar a curio­sidade e es­ti­mular a cria­ti­vi­dade das crian­ças não alfabe­tizadas. É im­por­tante, ainda, que os livros sejam guardados onde a crian­ça possa pegá-los sempre que de­se­jar. Um baú ou uma es­tante bai­xa são boas al­ter­na­tivas para is­so. A criança deve tornar-se res­pon­sá­vel pela or­dem desse espaço e pe­la pró­pria conser­va­ção dos seus li­vros. Assim, en­ca­par um ál­bum ou um livro pode se trans­for­mar numa gostosa e edu­cativa brin­ca­deira.
Levar seu filho a uma li­vra­ria ou ban­ca de jornais pode ser um programa bas­tante di­vertido pa­ra ele. Deixe-o à von­tade, ob­ser­ve o que mais chama sua aten­­ção, converse sobre os livros e re­vis­tas exa­mi­nados e, conforme suas pos­si­bili­da­des, compre o mate­rial para ele ler em casa. Revistas em qua­drinhos e álbuns de figu­ri­nhas também colaboram para a valorização da lei­tu­ra. Não os des­pre­ze.
Seu filho descobrirá o prazer de apren­der coisas interessantes através da lei­tura se você in­ves­tir nos assuntos que lhe inte­res­sam. Se, por exemplo, seu filho adolescente não sai da frente do com­putador, adquira revistas es­pecializadas nesse tema. E, ao in­vés de criticá-lo por ler apenas os quadrinhos do jornal, sen­te-se por perto, leia outras seções e co­mente os trechos mais in­te­res­santes.
Finalmente, converse com o pro­fes­sor de seu filho sobre co­mo a escola en­sina e incentiva a lei­tura. Demonstre in­teresse pe­los livros escolares através de per­gun­tas ou comentários. E, de pre­fe­rência, leia-os.

Imagem: © szeyuen - Fotolia.com
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