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Viajando e aprendendo
em: Complementar
05/08/2014 08:30
 Sair do país para adquirir fluência em outro idioma ou especializar-se em determinado segmento é hoje opção para todas as faixas etárias, inclusive a terceira idade. Prática combinação entre turismo e estudo, o intercâmbio ganha cada vez mais versões e adeptos.

A facilidade de pagamento – um pacote com hospedagem, passagem e curso pode ser parcelado em até 24 vezes – faz do intercâmbio uma opção bastante acessível de viagem e estudo. Mas é o custo x benefício de agregar estudo, conhecimento de uma cultura e experiência de vida, além, claro, de uma boa dose de turismo, que torna este tipo de viagem tão atrativa.
“É uma experiência que agrega muito, com grande ganho pessoal, profissional e acadêmico. O aprendizado está na experiência como um todo, pois envolve o conhecimento de uma cultura diferente, de pessoas do mundo todo”, destaca a diretora educacional da Central de Intercâmbio Tereza Fulfaro.
Segundo Tereza, o público do intercâmbio, atualmente, é variado: existem opções de cursos de férias para crianças a partir dos sete anos, adolescentes, jovens profissionais, adultos em geral. “É comum aposentados com mais de 50 ou 60 anos optarem pelo intercâmbio, pois querem agregar turismo a um aprendizado, seja de idiomas, cursos de gastronomia, artes, etc.”, conta a diretora.

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Planejamento e escolha criteriosa
Para garantir a matrícula na instituição educacional desejada, bem como a reserva da acomodação preferida e o cumprimento de tarefas burocráticas, como o visto, o conselho de Tereza é que a viagem seja programada com antecedência de, no mínimo, três meses. “Menos que isso é muita correria e ainda existe o risco de a viagem não dar certo”.
A escolha da agência intermediadora deve ser cuidadosa. Recomenda-se uma pesquisa séria sobre a idoneidade da empresa, além de desconfiar de preços muito abaixo da média. “É interessante buscar referência de quem já viajou e checar a empresa na Belta, associação que reúne as principais instituições brasileiras do segmento”, sinaliza a diretora.
Uma boa empresa deve, também, preparar o estudante para a viagem, orientando sobre os cursos, diferentes acomodações, perfil do país, hábitos, clima, custo de vida, etc.

Para escolher
• Hospedagem: casa de família, albergue, residência estudantil, casa de agência ou hotel.
• Modalidades: cursos de férias com inclusão de passeio, esportes, história da arte, gastronomia, fotografia, vinhos, dança flamenca, etc.; programa de high school (ensino médio) de um semestre ou ano acadêmico, cursos para aprendizado ou aperfeiçoamento de idiomas como inglês, francês, italiano, espanhol; idioma temático, como inglês para marketing ou negócios; graduações e pós-graduações; Au Pair (trabalho), como babysitter, voluntariado, entre outros. “É possível combinar dois interesses como trabalho e estudo, com carga horária reduzida”, lembra Fulfaro. 

Imagem: © Creatix - Fotolia.com
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