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Danças Circulares Sagradas
em: Mexendo com o Corpo
06/08/2014 09:30
Antigamente, os povos celebravam com dança tudo o que consideravam importante, como a passagem das estações do ano, as colheitas, os nascimentos, as uniões, as mortes, etc.

 
Para eles, esses atos eram bastante sagrados, assim como acordar e agradecer o dom da vida, cumprimentar as pessoas com sinceridade, desejando-lhes o que há de melhor, etc. A evolução dos costumes e a urbanização levaram as pessoas a se distanciarem e, consequentemente, a se afastarem dessa simplicidade.
Uma prática atual, no entanto, veio resgatar tanto esse aspecto singelo e puro das relações, como os símbolos sagrados originários do passado e da história das diferentes culturas dos povos da Terra: as Danças Circulares Sagradas (DCS).

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Geralmente ensinadas em roda, para propiciar a interação entre os participantes, algumas danças são alegres e energizantes e outras, introspectivas. Cada uma delas possui sua melodia, seu ritmo e seu simbolismo e atua de diferentes formas na transformação de estados emocionais e físicos. Todas, porém, buscam possibilitar o bem-estar e a melhoria da qualidade de vida.
As DCS são orientadas por um focalizador que, no momento da dança, torna-se o ponto de atenção do grupo e, principalmente, o foco estimulador de energias para facilitar o encontro do sagrado. “O sagrado, contudo, não está ligado à nenhuma religião. Na verdade, a dança se torna sagrada porque estimula os dançarinos a entrarem em contato com sua divindade e consigo mesmos e também porque os ensina a compartilhar com o próximo a essência das coisas do universo”, explica o focalizador Cláudio Delfini.
Ainda de acordo com Cláudio, as DCS constituem uma espécie de meditação ativa, que desenvolve a percepção corporal, mental e espiritual. Dessa forma, além de manter o corpo saudável, essas danças proporcionam disciplina, concentração, flexibilidade, elevação da auto-estima e da autoconfiança para a vida. As DCS também encorajam as pessoas a ocuparem seu espaço e ajudam a combater o estresse, o cansaço mental e a depressão.
Apesar de utilizar desde os mais simples até os mais detalhados passos, a principal preocupação em uma roda de DCS não está na técnica, mas no sentimento de união e na energia instalada no momento em que todos se dão as mãos. Por esse motivo, Cláudio acrescenta que qualquer pessoa, independentemente da idade, pode participar das DCS. “Como nas Danças Circulares o erro é tão fundamental quanto o acerto, não é necessário ter experiência: basta estar conectado com a leveza, a alegria e a beleza da dança”, conclui.

Imagem: Cláudio Delfini
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