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A vez das lâmpadas sustentáveis
em: Equipamentos e Utensílios Domésticos
30/09/2014 09:00
Substituição de lâmpadas incandescentes é boa para o planeta e para o bolso.

As lâmpadas incandescentes que conhecemos estão com os dias contatos. Após a extinção das de 150 watts e das de 100 watts, entrou em vigor, em 30 de junho, a proibição de fabricação e importação das mais populares, de 60 watts.
A restrição segue a Portaria Interministerial nº 1007/10, que também determina o fim da comercialização das lâmpadas incandescentes de 60 watts em 30 de junho de 2015.

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Já bem populares, as lâmpadas fluorescentes compactas são tendência na substituição das incandescentes comuns. Também são opção as lâmpadas de LED e as incandescentes halógenas (variação permitida pela lei). Todas mais econômicas que as incandescentes tradicionais. “A troca das lâmpadas incandescentes comuns reduz a conta de luz para os usuários, o que compensa largamente seu custo inicial, que é maior. A economia é obtida não apenas no consumo menor de energia, mas também na durabilidade do produto, que tem uma vida muito maior conforme a opção do consumidor”, informa o diretor técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) Isac Roizenblatt.

Boa para o meio ambiente
Além da economia, a medida traz redução do impacto ambiental causado pela tecnologia de iluminação. Nas incandescentes, apenas 5% da energia consumida se transforma em luz. Os outros 95% são apenas calor. “O calor produzido pelas lâmpadas incandescentes, junto com a produção de energia por usinas térmicas, é muito mais danoso ao meio ambiente do que a utilização das lâmpadas fluorescentes compactas”, sinaliza Roizenblatt.
A redução de calor gerado pela a substituição da tecnologia reduz a emissão de CO2, gás gerador do efeito estufa.
Na esteira da evolução trazida pelas lâmpadas fluorescentes, chegou já ao mercado uma nova geração. É a tecnologia LED (sigla em inglês para diodo emissor de luz), utilizada em aparelhos eletrônicos, como televisores, celulares e computadores, e que produzem ainda menos calor com maior eficiência energética e vida útil superior.
As lâmpadas de LED são encontradas em formato semelhante às incandescentes ou tubulares, o que permite aproveitamento de soquetes e luminárias. São ótimas para destacar áreas ou objetos e a variação de cor (colorida, amarelada ou branca) é outro aliado da decoração.
Seu preço ainda é bem superior aos das demais tecnologias, embora a tendência seja de redução conforme aumente a demanda de mercado.
Independentemente do tipo, a lâmpada deve ter descarte adequado ao fim de sua vida útil. De acordo com a legislação brasileira, os estabelecimentos que vendem os produtos são obrigados a receber os equipamentos queimados e providenciarem o descarte.

Luz própria para cada ambiente
As lâmpadas fluorescentes já são encontradas em diferentes colorações, adaptando-se às necessidades de cada ambiente e à atividade ali realizada.
Amarelas: o tom é ideal para promover relaxamento e conforto, valoriza o ambiente, destacando a cor dos objetos da decoração. São mais indicadas para cômodos como quartos e salas.
Brancas: mais apropriadas para áreas onde se realizam atividades que necessitam de iluminação. Ideal para cozinhas, banheiros, escritórios e lavanderia.
Em ambientes corporativos, pode-se, também, optar por uma intermediária entre a amarela e branca, que tenha cerca de 4.000 K (kelvin, unidade de temperatura termodinâmica).
Para verificar a temperatura de cor da lâmpada, o consumidor deve procurar o Índice de Reprodução de Cor (IRC) na embalagem.

Durabilidade e consumo
• Incandescente (60 W) – dura cerca de 1.000 horas. Para clarear 25.000 horas, são necessárias 25 lâmpadas, consumindo 1.500 kWh.
• Halógena (42 W) – tem durabilidade de aproximadamente 1.000 horas também, mas o consumo é menor: 1.050 kWh de energia.
• Fluorescente compacta (15 W) – com durabilidade de aproximadamente 8.000 horas, são necessárias apenas três lâmpadas para clarear por 25.000 horas, gastando 375 kWh de energia.
• LED – tem vida útil estimada em 25.000 horas e o menor consumo: em torno de 250 kWh.

Imagem: © zavgsg - Fotolia.com
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