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Um sapatinho eu vou
em: Vestuário
07/11/2014 09:00

Cuidado onde pisa! Ou melhor, com o que pisa. Em desenvolvimento rápido, os pequenos precisam dos calçados corretos. E bonitos, claro.

É preciso atentar ao calçado das crianças desde cedo. Quando bebê, os pés são constituídos principalmente por cartilagem maleável e uma massa adiposa que os tornam rechonchudos. Antes mesmo de ensaiarem os primeiros passos, deve-se calçá-los com sapatos que não apertem, nem impeçam o movimento dos dedos para ajudar o fortalecimento dos músculos.
O sapato do bebê que aprende a andar não pode ter cadarços, deve ter contraforte (reforço firme no calcanhar) para evitar torções e sistema contra derrapagem - não totalmente aderente a ponto de impedir o movimento. A sola deve ser flexível.
O desafio dos pais começa realmente quando a criança quer escolher os modelos. É preciso conciliar o gosto pessoal dos pequenos com calçados adequados, pois nem todos são recomendáveis, podendo causar deformidades ou complicações futuras aos pés em desenvolvimento.
Sapatos apertados ou estreitos não são opções. Mesmo que a criança insista que o número menor serve perfeitamente, confira: o comprimento deve deixar uma folga de 7 a 15 milímetros para os dedos. Modelos maiores fazem o pé deslizar e costumam ocasionar bolhas, torções ou quedas.

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Alto lá com o salto!
Salto alto é prejudicial para qualquer idade, segundo os ortopedistas. A forte pressão sobre o pé comprime os dedos e pode acentuar má formação já existente, além de gerar problemas como joanetes, encurtamento dos tendões, esporões, dedos em garras e calos.
As patologias tendem se agravar se desenvolvidas ainda na infância. Então, por mais que as meninas insistam, não permita que usem sapatos ou sandálias com salto maior que dois centímetros. Para convencê-las a deixar de lado o modelo não indicado, ofereça opções corretas atraentes e modernas. Brilhos e cores vivas são boas armas neste embate.
Com os garotos, a batalha é para deixar um pouco o tênis de lado e calçar sapato social em ocasiões especiais. Para ter sucesso, lembre-se que a questão fundamental para os garotos é ter mobilidade.
Ao apresentá-los ao calçado, tenha certeza de que o modelo é flexível e confortável. O tênis não é contraindicado, mas a utilização não deve ser contínua, já que impede a respiração da pele.

Vamos comprar sapato...
Criança cresce. E os pés também.
Até aos quatro anos, a numeração costuma aumentar um número por semestre. Dos quatro aos seis anos, pode ocorrer o acréscimo variável entre um a dois números por ano. Finalmente, entre seis e 14 anos, o número do calçado deve aumentar anualmente um número e meio.
Fique atento ao crescimento conferindo sempre os sapatos da garotada: concavidades e biqueiras indicam que estão apertados. Vermelhidão nos pés ou marcas nos dedos também são sinais de atenção. Mas não é só o tamanho que deve aposentar um par. Verifique sempre o desgaste da sola.
Na escolha, considere a preferência da criança. A palavra final, porém, deve ser dos pais, baseada no que é melhor para a saúde dos pequenos. Prefira solas sintéticas ou de borracha, materiais maleáveis e antiderrapantes. E opte por modelos aprovados pela IBTEC (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos).

Imagem: © JackF - Fotolia.com

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