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Meu lar, meu castelo
em: Construção e Reforma
18/11/2014 09:00

Morar bem é muito mais que ter um teto para dormir. É sentir-se confortável e satisfeito com o lugar para onde voltamos após as atividades diárias. Por isso, reflita bem ao escolher um imóvel. Afinal, seu lar tem que ser um doce lar.

Antes de tudo, faça as contas: seja para comprar ou alugar, a prestação não deve ultrapassar 25% do orçamento mensal da família, pois é preciso sobrar o suficiente para suprir os gastos com alimentação, estudo, transporte, saúde, lazer, etc. Calculado o que pode pagar, atente para uma série de fatores:

+ Cada telhado um estilo
+ Calçadas devem atender a legislação
+ A casa dos sonhos

Casa ou apartamento?
O dilema pode ser resolvido com a avaliação do perfil dos moradores. Apartamentos costumam ser a solução ideal para quem fica pouco tempo em casa e precisa redobrar os cuidados com a segurança, porém são menos privativos e restringem a liberdade. Já as casas, embora menos seguras, oferecem melhor acomodação para as famílias com crianças e animais de estimação.

Onde?
A localização da residência é muito importante para a qualidade de vida. Deve atender as necessidades de todos nos requisitos: distância do trabalho, do estudo, infra-estrutura de serviços e transporte público.
Surpresas nem sempre agradam. Por isto, investigue sobre possíveis mudanças na lei de zoneamento da região e prefira localidades já estabilizadas para não correr o risco de ter seu bairro transformado em um point noturno, por exemplo. Ser vizinho de bares e casas noturnas é definitivamente um transtorno.
Pesquise também sobre a possibilidade de obras pesadas nas redondezas, como construções de shoppings, metrôs, pontes, túneis, etc. Muitas vezes, o aclamado potencial de desenvolvimento da localidade é um verdadeiro tiro pela culatra.
É imprescindível também visitar o imóvel várias vezes, em dias e horários alternados, para saber de fato se o local é tranquilo e conhecer o real comportamento da vizinhança. Morar em rua de trânsito intenso, feira e ao lado de escolas, igrejas ou outros estabelecimentos de muita frequência pode ser bem desgastante com o tempo. E não esqueça de considerar a segurança do local. Evite áreas de maior risco.

Será que a casa cai?
Para não ter gastos inesperados com grandes reformas, verifique com cuidado a estrutura e a conservação. Sendo o imóvel novo ou usado, prefira contar com a avaliação prévia de um engenheiro ou um arquiteto, pois a boa aparência pode ter apenas o intuito de maquiar as reais condições.
É fundamental ficar atento com:
• Iluminação e ventilação.
• Ocorrência de infiltrações, rachaduras e mofo.
• Estado de pisos e azulejos.
• Existência de vazamentos em torneiras, descargas, sifão da pia e chuveiros.
• Vazão de ralos e encanamentos, bem como pressão da água.
• Fixação das esquadrias das janelas.
• Condição da fiação elétrica, dos quadros de luz e dos disjuntores.
• Funcionamento de lâmpadas e tomadas.
• Infestação de cupins (bata nos móveis de madeira para verificar se há pó).
Em prédios, constate também as condições de conservação das áreas comuns e as regras do condomínio.

Importante
• Investigue a situação financeira do imóvel por meio da Certidão de Ônus Geral e opte por imobiliárias ou construtoras de tradição no mercado e que não estejam no cadastro de reclamações no Procon.
• Imobiliárias devem ter obrigatoriamente cadastro no Conselho Regional de Corretores.


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