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Padrinhos de casamento: comprometimento para o que der e vier
em: Datas Especiais
19/02/2015 09:00
A participação dos padrinhos na vida do casal vai muito além dos preparativos e do grande dia.

A origem desta tradição remonta à Idade Antiga, quando se escolhia um amigo, geralmente um forte guerreiro, para ajudar a garantir a segurança da festa e proteger a noiva de raptores.

Papel dos padrinhos
Apadrinhamento é compromisso e zelo. Além de testemunhar a união do casal, os padrinhos têm a função de ajudar e orientar os recém-casados no que for possível, sem invadir sua privacidade, claro. Isso torna imprescindível que madrinha e padrinho tenham envolvimento emocional com os noivos.

Criou-se o mito de que os padrinhos devem dar presentes mais caros, o que não condiz com o conceito da escolha por afinidade. Assim, não é mandatório que tenham que oferecer itens mais onerosos. O ideal é que o presente seja acessível ao orçamento do casal, que pode escolher pela lista de presentes.

É de bom tom que os padrinhos auxiliem os noivos nos preparativos da festa, do chá de cozinha e da despedida de solteiro.

O padrinho pode ser o responsável por entregar as alianças na cerimônia. Deve também ajudar na logística. Muito simpático é preparar um breve e leve discurso para um brinde na recepção.

À madrinha cabe o papel de assessorar na escolha do vestido e nos eventos que antecedem o grande dia, como a preparação das malas de lua-de-mel. É importante estar presente e dar suporte para solucionar imprevistos de última hora. Durante a festa, ela pode acompanhar a noiva, verificando sua aparência e estando solícita para ajudar no que for possível.

Os padrinhos devem chegar cedo à cerimônia e estar à disposição para fotos e filmagens, mantendo a vestimenta em ordem para assegurar a estética dos registros. As vestes, aliás, devem ser escolhidas com cuidado, pois os padrinhos ocuparão papel de destaque durante o evento. Para as madrinhas é consenso não usar vestido branco ou preto. Também é recomendável conversar antes para não repetir modelo ou cor dos trajes.

Escolha
A escolha dos pares – casais ou solteiros – pode criar algumas “saias justas”, superadas sempre com bom senso. Pode-se convidar para padrinho um amigo, mas não a sua namorada, caso o relacionamento seja recente ou não se tenha convivência com ambos. Porém, não é recomendado separar pessoas casadas ou noivas.

E se o casal convidado se separa antes do casamento, como fica o apadrinhamento? Uma boa conversa deve levar a um consenso, seja mantendo o casal no altar, seja substituindo ao menos um dos dois.

Para a cerimônia religiosa, convém escolher pessoas que aceitem os rituais da religião. Não é preciso que sigam a mesma orientação religiosa, mas deve-se ter certeza de que estarão à vontade com os ritos. É preciso se informar sobre o número de casais permitidos no altar. Já para o casamento civil em cartório, é recomendado apenas um casal para cada noivo.

O convite pode ser feito informalmente em um almoço ou jantar.

Recusar, pode?
O convite para padrinhos pode ser recusado se houver uma justificativa séria, envolvendo problemas pessoais, impossibilidade de comparecimento, questões de saúde, diferenças religiosas, etc.

Recusar um convite de grande amigo ou pessoa próxima apenas por dificuldade financeira pode não ser justificável. Dependendo do grau de relacionamento, é possível entender que o convite não partiu com o propósito de ganhar um bom presente.

Caso seja necessário recusar, seja cortês e diga que está honrado, mas não pode aceitar por determinado motivo e que está à disposição para ajudar no que puder. Sempre que possível, prefira a honestidade.

Nunca prorrogue a decisão ou desista no meio do caminho.

Imagem: © JackF
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