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Com que roupa eu vou...trabalhar?
em: Vestuário
09/11/2015 08:43
Bom senso é sempre a bússola para os profissionais se vestirem adequadamente, seja em uma grande corporação, seja em uma microempresa, seja no escritório de advocacia, seja na agência de publicidade.

A primeira impressão é a que fica. Independentemente do porte da empresa, são as pessoas que a representam e definem sua imagem. Além de códigos de comportamento, o ambiente de trabalho exige o respeito a regras de profissionalismo na hora de se vestir.

A orientação é da gestora de recursos humanos e também professora universitária, Bernadete Pupo, que indica o bom senso como chave para não errar na escolha da roupa para o trabalho.

Flexibilidade, contudo, cabe perfeitamente no conceito de bom senso. “O código de vestimenta varia de acordo com região, horário, área de atuação e até visão de mercado. Ou seja, não é regra que só se deva trabalhar de camisa e gravata ou trajes sociais femininos. O importante é ter em mente que no guarda-roupa há peças que devam ser reservadas para festas e momentos de lazer e outras que são mais adequadas para o ambiente profissional”, esclarece.

Para Bernadete, a dúvida na opção de figurino de trabalho e a exposição desnecessária decorrente dos erros nas escolhas seriam evitadas se as empresas definissem formalmente um procedimento padrão para os empregados.

Em linhas gerais, a recomendação é que o traje harmonize com a equipe e o
ambiente, não sendo inferior a dos colegas, nem excedendo em luxo.

+ Um tipo de roupa para cada ocasião
+ Escolhendo a roupa certa para ir trabalhar
+ Tudo sobre camisas

Tribos

A formalidade padrão adotada nas grandes corporações, empresas de advocacias, consultorias e instituições financeiras, entre outros ambientes mais formais, pode, em determinados segmentos, não ser a melhor norteadora. “Os funcionários são a imagem de uma empresa, mesmo aqueles que não realizam o atendimento direto ao público. Empresas de publicidade, por exemplo, querem que seus funcionários sejam tão descontraídos como as suas campanhas publicitárias”, ilustra a especialista.

A flexibilidade aplica-se a grande parte das empresas dos segmentos de comunicação, marketing, arquitetura, design e decoração. Bernadete alerta, contudo, que é preciso, acima de tudo, autoconhecimento, bom senso e moderação para não cometer gafes.

Ainda que o ambiente seja informal, é inconveniente o uso de transparências, brilhos, decotes profundos ou roupas muito curtas ou justas, perfumes fortes e exagero nos acessórios, cores que chamam demais atenção. “Importante salientar que o casual day, por exemplo, não inclui camiseta de time, tênis, frente única e decotes”, adverte a gestora.

Também fundamental na hora de se vestir para o trabalho é considerar o conforto da roupa, principalmente se a atividade envolver passar várias horas de pé, como é comum para vendedores, professores, etc.

Outro lembre é avaliar a ocasião. Independentemente da área e do porte da empresa, apresentação de projetos ou reunião com clientes merecem atenção e capricho no visual.

Tatuagem ainda é “blasfêmia”?

É cada vez mais comum as pessoas terem tatuagem. Será que o adorno ainda pode prejudicar a vida profissional?

Para Bernadete, atualmente o impacto da tatuagem no ambiente de trabalho depende do setor, do cargo ou, até mesmo, da cultura da empresa. “A maioria das empresas hoje não se importa com uma tatuagem ou outra, desde que sejam discretas. Alguns segmentos, como propaganda e música, aceitam mais “abusos” de tatuagens aparentes, enquanto outros, como escritórios de advocacia ,são mais rígidos”, sinaliza.

Portanto, como em tudo, bom senso no tamanho e no local a ser tatuado é a solução.

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