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Alerta para o rendimento escolar
em: Básica
18/12/2015 09:14
 Notas baixas e alterações de comportamentos das crianças são avisos de que alguma coisa está errada.
Frequentemente, pais e professores são surpreendidos com a queda do rendimento escolar de crianças que possuíam um bom desempenho. De uma hora para outra, elas parecem estar no mundo da lua, não prestam mais a atenção nas aulas, ou, então, não acompanham o conteúdo com os outros colegas. Em muitos casos, com apenas uma análise superficial, essa atitude é caracterizada por desinteresse ou preguiça dos alunos. Entretanto, a mudança pode estar relacionada a algo mais complexo, como problemas de saúde que estejam interferindo no aprendizado.  

+ Escolha de escolas
+ Escrever à mão x digitar
+ Dança das palavras
 
De acordo com a Presidente Nacional da Associação Brasileira de Psicopedagogia, Luciana Barros de Almeida, o baixo aproveitamento escolar é um sinal de que algo não está bem, seja por causas emocionais, seja por questões físicas. 
Situações vividas pela criança, a exemplo de separação dos pais, perda de algum familiar, bullying ou autoestima abalada, podem desenvolver transtornos psicológicos que geram o desempenho ruim e o isolamento social. Da mesma forma, disfunções físicas, quando não diagnosticadas, contribuem para este quadro.
Problemas visuais são os mais comuns em sala de aula. As crianças costumam não enxergar a matéria escrita na lousa, evitam participar de brincadeiras, sentem dores de cabeça, sonolência e consequentemente, sofrem com a baixa produtividade. Outro fator que atrapalha o desempenho é não escutar direito. A perda auditiva, mesmo que em grau leve, costuma acarretar limitações como timidez, retraimento, dificuldade de focar a atenção e assimilar o que é ensinado pelo professor. Até a carência nutricional pode ser motivo para a queda do rendimento, já que a defasagem “ataca diretamente algumas funções cognitivas relacionadas ao pensamento, memória e percepção”, adverte Almeida. 
Os distúrbios nem sempre são facilmente identificados. Cabe a pais e professores ficarem alertas a diferentes comportamentos ou resultados de atividades. Embora a nota não seja a única forma de avaliar, em último caso, é ela que vai determinar a aprovação ou reprovação. Por isso, assim que se perceba alguma alteração, “é essencial conversar com a criança, expor preocupação, certificar-se sobre o que tem acontecido na escola, pedir orientações e, se necessário, procurar ajuda de profissionais”, aconselha a psicopedagoga
A especialista explica que, seja qual for o impasse, ele só será superado se a criança tiver apoio e se sentir confiante. Nesses casos repentinos, a preocupação dos pais e da escola com o desenvolver dos estudos do pequeno faz total diferença.
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