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Orquestra Sinfônica de Santo André
em: Santo André, passado presente
30/05/2016 11:10
Com músicas de Villa-Lobos, Haydn, Beethoven e Jean Sibelius(1), a Orquestra Sinfônica de Santo André (Ossa) fez seu concerto inaugural em 24 de abril de 1988, inserindo-se definitivamente na vida cultural da cidade.
Antes dela, o município conheceu dois outros grupos instrumentais. O primeiro existiu sob o comando de Leonid Urbenin na década de 50 e o segundo foi conduzido por Tibor Reisner nos anos 70. Apesar de sua breve existência, tiveram papel na história da atual formação, já que seu criador era filho de Álvaro Cezar Florence, integrante da primeira sinfônica(2).
Além de criar a Ossa, Flavio Florence foi seu regente titular até sua morte, em 2008. Em 2009, a função passou a ser exercida por Carlos Moreno e, a partir de 2014, por Abel Braga. Outros maestros, como Claudia Feres, Enrique Bátiz e Wagner Polistchuk, também já assumiram a batuta em ocasiões especiais.
Mantida pela Prefeitura, a Ossa foi instituída pela Lei nº 6.381, de 1987. Ao longo desses 28 anos, firmou-se no cenário de música erudita nacional, tendo se apresentado ao lado de artistas do naipe de Arthur Moreira Lima, Eudóxia de Barros e Nelson Freire. Outra prova da relevância de nossa sinfônica é dada pelo gerente da orquestra, Daniel Francisco de Melo, ao citar que, desde 1990, ela é convidada a se apresentar no Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão.
Os andreenses têm o privilégio de poder assistir às tradicionais exibições gratuitas da Ossa, que acontecem mensalmente aos sábados, no Teatro Municipal. E, se o público não vai à sinfônica, ela vai até ele. Por meio do projeto “Conversando sobre música”, um grupo menor da orquestra se apresenta em lugares incomuns, como igrejas, hospitais ou mesmo ruas. Depois do concerto, maestro e audiência conversam sobre música clássica.
 
(1) MÉDICI, A. Duas décadas de música sinfônica. Diário do Grande ABC, Santo André, abr. 2008 <http://www.dgabc.com.br/Noticia/315098/duas-decadas-de-musica-sinfonica>. Acesso em: 15 abr. 2016.
(2) PAIVA, Marcelo de. Águas, trilhos e manacás: as cores da memória. Santo André: Solvay Indupa, 2010.
 
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