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Cuidados no transporte de animais
em: Nossos Bichos
05/07/2016 09:07
 O transporte de animais de estimação exige cuidados indispensáveis, seja para viagens ou passeios, seja para simples idas ao veterinário

Por ser perigoso, o transporte de pets soltos dentro do carro, no colo do motorista, em bancos dianteiros, ou na parte externa infringe o Código de Trânsito Brasileiro e pode resultar em multas e pontos na carteira. 
Livres, os animais podem atrapalhar na condução, prejudicar a visibilidade, tirar a atenção de motoristas, e, consequentemente, provocar acidentes. Para garantir a segurança, portanto, é recomendado que os bichos sejam colocados no banco de trás ou no porta-malas e usem acessórios de proteção adequados para a sua espécie.
 
Para cachorros, podem ser utilizadas cadeiras e assentos, grades de contenção (indicadas para cães de grande porte), caixas de transporte (ideais em trajetos longos), ou cintos e coleiras, que ficam presos ao cinto de segurança. Uma boa alternativa para os que não resistem a espiar pelas janelas são as bolsas protetoras.
No caso de gatos, que se assustam com facilidade, as caixas são mais indicadas, pois evitam possíveis fugas. Os pássaros, por sua vez, devem ser conduzidos em gaiolas, devidamente cobertas com um pano, para que não se estressem.

Ônibus e trens
A Agência Nacional de Transportes Terrestres autoriza o translado de animais domésticos em ônibus, desde que obedeçam às regras estabelecidas pelas empresas.
Geralmente, tanto para viagens intermunicipais como para interestaduais, as companhias aceitam apenas os de pequeno porte e que estejam adequadamente enjaulados. Para deslocamentos maiores, é necessário apresentar a documentação do bichinho, incluindo vacinação em dia e atestado de saúde recente emitido por um veterinário. Durante o percurso, os pets deverão ficar dentro da caixa transportadora, fora do corredor e só poderão sair delas nas paradas. Já em trens, eles têm de estar com coleiras e focinheiras ou em contêineres especiais. Estas normas não se aplicam aos cães-guias, que podem viajar na cabine sem taxa extra.
No Estado de São Paulo, além destas restrições, não é permitido transportar mais do que dois animais simultaneamente.

É hora da parada
Assim como os humanos, os pets também precisam se movimentar, esticar as patinhas e fazer necessidades fisiológicas. Sendo assim, trajetos longos pedem paradas a cada duas ou três horas. Durante a pausa, é importante oferecer-lhes água e comida, mas sem exageros. 
Quando estiver sol ou muito calor, eles nunca devem ficar dentro do veículo, uma vez que, por não transpirarem, ficam mais sujeitos à hipertermia (elevação da temperatura corporal) e podem até morrer.

Dicas
• Viaje nos horários mais frescos e deixe a janela aberta até a metade para entrar ar, pois os bichinhos costumam sentir muito calor;
• Retire a tampa da caixa transportadora se ela for colocada no porta-malas, para que não falte ventilação;
• Forre o local onde o pet irá ficar com jornais ou tapetes higiênicos. Isso facilita a limpeza e ainda protege o carro de urina e dejetos do animal;
• Converse com o veterinário sobre remédios para enjoos e vômitos. Muitos pets podem passar mal por causa das curvas.
 
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