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Separação incorreta de lixo impede a reciclagem em Santo André
em: Serviços e Artigos Domésticos
14/02/2018 09:49
Moradores não fazem a separação correta do material, o que impede o reaproveitamento.
 

Uma noite agradável com os amigos ou a família pede aquela pizza bem recheada, regada a cerveja ou vinho, para quem gosta. No outro dia, porém, a cozinha está repleta de embalagens, copos descartáveis, latas de alumínio, garrafas PET, vidros. A preocupação com o descarte dos rejeitos deveria ser prioridade, no entanto, mais de 15 toneladas de itens recicláveis vão parar no lixo comum em nossa cidade porque a separação é feita de forma incorreta.

+ Muito cuidado com produtos de limpeza "caseiros"
+ Manter a casa em ordem é questão de disciplina
 
Artigos recicláveis devem ser separados dos detritos comuns porque demoram muito mais para se deteriorar e podem atrapalhar o processo de produção de gás e derivados a partir da decomposição do lixo residencial.
Conforme dados do Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André (Semasa), aproximadamente 630 toneladas de resíduos úmidos e 35 toneladas de secos são coletadas todos os dias. Entretanto, 45% dos materiais recicláveis – mais de 15 toneladas – têm seu reaproveitamento inviabilizado por estarem misturados aos rejeitos orgânicos.
Atualmente duas cooperativas de reciclagem trabalham em conjunto com o Semasa: Cidade Limpa e Coopcicla. Elas comercializam 12% do total de lixo recolhido na cidade, o equivalente a cerca de quatro toneladas. As 16 toneladas restantes coletadas diariamente ainda não são comercializadas porque as entidades não têm capacidade operacional para triar um volume maior de resíduos. Para resolver esse problema e atender à demanda do segundo subdistrito, uma terceira cooperativa deve entrar em funcionamento até outubro. A meta da autarquia é atingir 25% de comercialização dos materiais até o fim de 2018.
A reciclagem depende da colaboração dos moradores na separação e higienização do que pode ser reaproveitado, para deixá-lo com o mínimo de resíduo úmido impregnado. Depois de separados, os materiais devem ser ensacados e dispostos para recolhimento porta a porta ou entregues em uma das 18 estações de coleta da cidade. De acordo com o Semasa, um novo ecoponto será inaugurado em breve na Avenida Loreto, Jardim Santo André.
Levantamento feito pelo órgão aponta que, até junho deste ano, o Centro e o bairro Casa Branca foram os que mais produziram lixo reciclável: 783,96 toneladas, o equivalente a 12,16% de todo o material recolhido no município. Outro estudo, divulgado em maio de 2016, tratava da qualidade dos rejeitos em cada região. A separação de resíduos era mais bem feita pelos moradores de Camilópolis, Capuava, Jardim do Estádio, Parque das Nações e Parque Jaçatuba.
Enquanto o caminhão de coleta de lixo seco passa em todas as ruas da cidade ao menos uma vez por semana, o de úmidos passa três vezes por semana. No Centro, os dois tipos de resíduos são recolhidos diariamente, exceto aos domingos.
A população pode checar tanto os dias e horários em que o caminhão passa em seu bairro como os endereços das estações de coleta seletiva no site do Semasa (www.semasa.sp.gov.br).
 
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