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Parque Regional da Criança
em: Santo André, passado presente
13/11/2012 15:08
De acordo com Ademir Medici (Viva Cidade – Levantamento Histórico: Parques de Santo André, 1991. PMSA), em 1915, Ricardo Arruda vendeu metade de seu Sítio Jaçatuba a Erasmo Assumpção. Na nova Chácara, os Assumpção instalaram o Haras Jaçatuba e dedicaram-se à criação de cavalos.

Não há registros históricos sobre a data em que a família se desfez da propriedade. No decreto no 8.111, de 25/04/75, que a declara de utilidade pública, sua posse é atribuída a Carlos Ernesto Pasinato. Em sua obra, porém, Ademir Medici afirma que, em 1977, o terreno pertencia à Companhia Brasileira de Projetos e Obras.
O processo de desapropriação do local visava dar continuidade ao projeto de criação de áreas de lazer para os andreenses, a exemplo do que já havia ocorrido com o atual Parque Celso Daniel. A idéia, desta vez, era beneficiar a população infantil. Assim, em 27 de abril de 1980, era inaugurado o Parque Regional da Criança que, sete anos depois seria oficialmente denominado Parque Regional da Criança Palhaço Estremelique.
Apesar de seu nome, o local é opção de lazer para todas as idades, como evidencia a imagem destacada ao fundo em nossa capa. Nas fotografias menores, é possível ver o Haras Jaçatuba em 1930; o portal de entrada, marca registrada do parque; e um flagrante do movimentado dia de sua inauguração. A sede da Chácara Assumpção (segunda foto a partir da esquerda) data da década de 20 e foi tombada pelo Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico-Urbanístico e Paisagístico de Santo André (Comdephaapasa) em 1992. O casarão, que passou a abrigar a Escola Municipal de Iniciação Artística Aron Feldman em julho de 1990, está fechado para reforma desde o início do ano passado. 
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