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Praça Rui Barbosa e Teatro Conchita de Moraes
em: Santo André, passado presente
06/05/2013 10:15
 Nessa publicação, será apresentado um marco de Santa Terezinha: a Praça Rui Barbosa, onde se situa o Teatro Conchita de Moraes.

A praça data do período de urbanização do bairro (à época conhecido por Torrinha, em função da torre existente na primeira escola da região), em meados da década de 1920, quando nossa cidade ainda era distrito de São Bernardo. Localizada no centro das alamedas Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Minas Gerais (atuais Vieira de Carvalho, Marquês de Barbacena, Martins Fontes e São Bernardo, respectivamente), a princípio, chamava-se Praça Marechal Deodoro(1).

Durante esses quase 90 anos de existência, o espaço passou por diversas reformas e revitalizações, nem todas aprovadas pela população local.

O Conchita de Moraes, por sua vez, é mais recente. Construído pelo governo do Estado para ser o auditório da EEPG Carlina Caçapava de Melo, o teatro foi fundado em 1959 e quatro anos depois passa a sediar o Festival de Teatro Amador de Santo André.

Em 1970, o Conchita torna-se patrimônio do município, sendo inaugurado no dia 29 de março com a apresentação da peça A cidade assassinada, tragédia de Antonio Callado que trata da transferência da vila de Santo André da Borda do Campo para o colégio dos jesuítas em São Paulo.

De lá para cá, o teatro já conviveu com instalações deterioradas e atravessou períodos em que ficou desativado ou fechado por descaso da administração municipal. Quando em funcionamento, porém, seu palco recebeu nomes como Antônio Petrin, Fernanda Montenegro, Jonas Bloch, Roberto Vignati e Sônia Guedes.

Desde 1990, com interrupção entre os anos de 1994 a 1997, a casa abriga a Escola Livre de Teatro, um centro de formação e de pesquisa teatral.

O nome do auditório é uma homenagem à atriz Conchita de Moraes, como era conhecida Maria de la Conceptión Alvarez Bernard. Nascida em Cuba em 27 de setembro de 1885, aos dois anos de idade veio para o Brasil na companhia dos pais, também atores. Quando tinha 10 anos, devido à morte de sua mãe, a menina foi morar com parentes em Buenos Aires, Argentina. Retornou ao Brasil aos 20 anos de idade e iniciou sua carreira artística.  Casada com o ator Átila Moraes e mãe da atriz Dulcina de Moraes, Conchita atuou no teatro, no cinema e também na nascente televisão. Morreu em 9 de outubro de 1962, no Rio de Janeiro.

(1) Lei nº 256, de 8 de julho de 1927.
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