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Sobre o Guia Tá na Mão

Apresentação

Editado desde 1995, o

Tá na Mão

impresso tem como proposta valorizar o comércio de bairros por meio de um prático guia dos produtos e serviços que os moradores encontram em sua vizinhança.
Para alcançar esse objetivo, o guia é dividido em temas, seções e títulos que, por agruparem assuntos afins, facilitam a consulta pelo leitor.
Com periodicidade trimestral e tiragem de 19.000 exemplares em cada região abrangida, o

Tá na Mão

é distribuído ensacado, de porta em porta, nas residências, edifícios e estabelecimentos comerciais da área de atuação.

História

Em meados da década de 90, o número de pequenos negócios cresceu vertiginosamente em Santo André, ocasionando o florescimento ou o fortalecimento de áreas comerciais em diversos bairros. Estas empresas dispunham de poucas alternativas para divulgar suas atividades, já que o preço do espaço publicitário nos meios de comunicação tradicionais daquela época, como jornais e listas telefônicas, era-lhes inviável. Além disso, a abrangência destas mídias via de regra estendia-se por todo o Grande ABC e extrapolava a área de atuação eminentemente local destes novos empreendedores.
A demanda deste público constituía-se em um nicho praticamente inexplorado no segmento das publicações e, para ocupá-lo, a

Editora Quarup  

desenvolveu um veículo com circulação restrita a determinados bairros da cidade, a fim de tornar a comunicação dos estabelecimentos ali localizados com seu público-alvo financeiramente acessível.
Lançado em janeiro de 1995 na área escolhida como piloto (os bairros Silveira, Vila Helena, Vila Pires e Vila Vitória), o

Tá na Mão

teve excelente receptividade. A tal ponto que, em setembro do mesmo ano, o guia passava a circular em uma segunda região: Bangu, Camilópolis, Parque das Nações, Santa Terezinha e Vila Metalúrgica. Em junho de 1998 foi a vez da região Jardim Bela Vista, Jardim Bom Pastor, Valparaíso, Vila Floresta, Vila Gilda e Vila Pinheirinho ganhar o seu

Tá na Mão

.
Os 12 anos que se seguiram foram dedicados ao aprimoramento do produto. A tiragem, que inicialmente era de cinco mil exemplares, foi gradativamente ampliada e hoje atinge a marca de 19 mil exemplares por região. Também de forma progressiva, a publicação ganhou cores e maior quantidade de páginas, passando a oferecer um guia de ruas com mapas das respectivas áreas, serviços de utilidade pública e artigos sobre temas variados aos seus leitores.
Tendo se tornado uma referência em seu segmento, o

Tá na Mão

retomou a expansão de sua abrangência. Em agosto de 2010, a publicação começou a ser distribuída em uma quarta região, que compreende os bairros Campestre, Jardim, Santa Maria, Vila Alice, Vila Guiomar e Vila Príncipe de Gales. Menos de um ano depois, em junho de 2011, foi lançado o

Tá na Mão

na área do Parque Erasmo Assunção, Parque Jaçatuba, Parque Novo Oratório, Parque Oratório e Vila Curuçá.
Ao mesmo tempo, o guia se fez presente nas redes sociais, a fim de garantir maior participação no dia a dia de seus clientes e leitores. A iniciativa foi bem aceita e hoje em dia há grande interação entre a fanpage e seus seguidores.
Em 2012, mais transformações: o

Tá na Mão

ganhou um novo logotipo e um novo projeto visual.. As mudanças estenderam-se à internet: o site passou a focar exclusivamente a divulgação de comércios e serviços, ficando ainda mais prático. Paralelamente, os artigos e as receitas publicados no guia impresso passaram a ser disponibilizados em um blog.
O

Tá na Mão

foi o primeiro guia da cidade a abolir a ordem alfabética na apresentação dos comércios e serviços, organizando-os por assuntos afins. Também foi pioneiro na contratação de auditoria de tiragem externa e independente. Esse histórico de inovação e aprimoramento constante do produto, aliado ao respeito por leitores e anunciantes - expresso, entre outras maneiras, pela rigorosa observação do prazo de distribuição -, consolidou o

Tá na Mão

como o melhor guia de bairros de Santo André e, seguramente, um dos melhores do Brasil.

O nome

Tá na Mão



Às quartas-feiras, a rua onde vivi boa parte de minha infância servia de palco para a rumorosa agitação das feiras. Baixinho e gorducho, "seu" Joaquim era o proprietário da barraca de frutas que abastecia nossa geladeira. Seus cabelos prateados emolduravam um rosto rechonchudo, bonachão e sempre lusitanamente solícito: "Poix não, senhora?"
Simpatia em forma de gente, esse português era também um homem à frente de seu tempo: no final da década de 60 sua barraca já dispunha de serviço de entrega em domicílio. Minha mãe escolhia as mercadorias em sua banca, mas deixava-as lá para fazer o restante da feira. Pouco depois de voltarmos para casa, a campainha da porta soava e lá estava o "seu" Joaquim, com os pacotes de frutas nos braços e o constante sorriso no rosto: "Tá na mão, menina!"
Quando a Editora Quarup decidiu lançar um guia de bairros, surgiu a necessidade de "batizá-lo". A marca precisava ser forte o bastante para ser assimilada com facilidade e, ao mesmo tempo, traduzir a proposta da publicação. Na hora, a expressão sorridente de "seu" Joaquim saltou de meu baú de memórias: "Tá na mão, menina!"
Era perfeito! Nenhum outro nome sintetizaria melhor a ideia de que as pessoas não precisavam "ir ao centro" para fazer compras, pois a região dispunha de tudo o que necessitavam e, ao mesmo tempo, sugeriria a possibilidade de um relacionamento muito próximo e, portanto, mais confiável, com os fornecedores.
Tá na Mão, "seu" Joaquim!

A Editora.

Missão

Levar informações úteis à comunidade em que atua e, ao mesmo tempo, possibilitar ao empresário divulgar seu negócio em sua região por um valor acessível, por meio de uma publicação de qualidade, pautada pela relação ética e transparente com todos os seus públicos.